Depois de 21 anos de contrato, o apresentador José Luiz Datena e a Bandeirantes decidiram encerrar o vínculo. A informação foi divulgada em um comunicado oficial, publicado nesta quinta-feira (28). “Em comum acordo, Band e o apresentador José Luiz Datena encerram o contrato. Datena comandou com sucesso e grande audiência durante anos o programa Brasil Urgente, assim como participou brilhantemente de coberturas esportivas e programas de entretenimento”, disse a nota. “A Band reforça o enorme carinho por Datena e os laços de amizade com o profissional, que tem uma trajetória de enorme êxito no Grupo Bandeirantes há mais de 20 anos”, concluiu o comunicado. O apresentador está com acordo encaminhado com o SBT e recusou proposta da Rede TV!, de acordo com a Folha de S.Paulo. Desacordo de Datena A princípio, estava informalmente combinado que o apresentador comandaria um programa de entrenimento na emissora a partir de 2025 e a Band inclusive já havia começado a pesquisar um formato em que o jornalista se encaixasse. No entanto, a ideia de não mais dirigir o noticiário policial Brasil Urgente! incomodou Datena, e foi ele que pediu para que o vínculo não fosse renovado. A conversa final entre as partes aconteceu nesta quinta (28), na Band. José Luiz Datena estava na Band desde 2003. Comandou por anos o Brasil Urgente e fez outros programas, como Quem Fica em Pé? e Agora é Domingo. Em 2024, foi candidato à prefeito de São Paulo, mas teve desempenho ruim nas urnas, com menos de 2% de votos.
Homem fingia ter 14 anos e convencia menores de idade a mandar nudes
Um homem de 26 anos foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal por extorquir e divulgar conteúdos de pornografia infantil. O suspeito, morador de Maceió (AL), utilizava um perfil falso nas redes sociais no qual fingia ter 14 anos, estratégia usada para atrair meninas de 13 a 17 anos. A operação desencadeada nesta quinta-feira (28) cumpriu um mandado de prisão temporária e dois de busca e apreensão. O suspeito foi preso em casa, onde vive com o filho de 4 meses. Por meio do Instagram, ele enganava as vítimas e, depois de ganhar confiança, solicitava fotos íntimas. Ao conseguir as imagens e vídeos, o suspeito passava a extorquir as meninas, mandando que elas enviassem outros conteúdos eróticos e pornográficos, sob a ameaça de divulgar as fotografias nas redes sociais, especialmente para parentes e amigos. A investigação conduzida pela 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte) começou depois que a tia de uma das vítimas viu o teor das mensagens e procurou a polícia. A sobrinha dela, de 13 anos, foi coagida pelo criminoso a enviar os conteúdos pornográficos. As apurações ainda revelaram que o material pornográfico infantil que o autor conseguia era comercializado em sites de conteúdo adulto. O homem responderá pelos crimes de extorsão, armazenamento e divulgação de pornografia infantil. A pena para esse tipo de crime pode variar de 7 e 16 anos.
Governo de Goiás abre inscrição para 268 vagas de estágio
A partir de sexta-feira (29) estudantes de instituições conveniadas ao Governo de Goiás podem se inscrever para concorrer a 268 vagas de estágio, em diversas áreas. As inscrições estarão disponíveis a partir das 16h e seguirão até o dia 13 de dezembro, às 18h, no Portal de Seleção (www.selecao.go.gov.br). O processo seletivo será exclusivamente por meio de análise de currículo escolar. Ele deve ser cadastrado no sistema no momento da inscrição. Os aprovados na seleção poderão ser chamados para firmar compromisso de estágio de acordo com a disponibilidade de vaga e interesse da Administração Pública. O resultado final será publicado no dia 30 de dezembro. O estudante selecionado receberá bolsa de estágio no valor de R$ 1 mil, auxílio-transporte no valor de R$ 100 e terá seguro contra acidentes pessoais, contratado em benefício do estagiário. A carga horária é de 20 horas semanais, que deverão ser cumpridas de segunda a sexta-feira, no período matutino ou vespertino. O estagiário tem ainda direito a 30 dias de férias remuneradas, caso o contrato seja superior a um ano. O prazo máximo de permanência no estágio será de dois anos, exceto para pessoas com deficiência (PcD), que não tem prazo, o contrato pode ser até concluir a formação. Convocação para vagas de estágio A convocação de estudantes será feita por área de formação, de acordo com a necessidade da administração, e não será permitida a movimentação de um órgão para outro. Além das vagas previstas, será formado um Banco de Credenciados com os candidatos que não foram eliminados. A lista das instituições que celebraram convênio ou Termo de Cooperação com a Secretaria da Administração (Sead) está disponível no edital. Acesse o edital em www.selecao.go.gov.br.
Dono de farmácia é preso por vender remédio do Paraguai, em Trindade
O dono de uma drogaria foi preso por venda de medicamentos contrabandeados do Paraguai durante uma fiscalização de rotina da Vigilância Sanitária em Trindade, na quarta-feira (27). Durante a inspeção, a equipe encontrou medicamentos controlados armazenados sem a devida receita médica, violando as normas de regulamentação sanitária. Além disso, foram encontrados oito frascos abertos de hormônios de testosterona na sala de injetáveis, todos provenientes do Paraguai e sem registro na Anvisa. Após a descoberta das irregularidades, a 1ª Delegacia Distrital de Polícia de Trindade foi acionada para investigar a situação. Durante a abordagem, os policiais também encontraram uma arma de fogo não registrada na farmácia, o que levou à prisão do proprietário que pode enfrentar acusações de posse irregular de arma de fogo, além de ser responsabilizado por corrupção, falsificação e adulteração de produtos destinados a fins terapêuticos e medicinais. Segundo o órgão, a venda de medicamentos controlados exige a retenção das receitas médicas, enquanto os medicamentos de laboratórios estrangeiros precisam de autorização da Anvisa para serem comercializados no Brasil. A falta de regulamentação e controle dessas substâncias pode representar um risco à saúde da população, especialmente porque não há garantia de que as substâncias utilizadas na fabricação dos medicamentos tenham sido devidamente testadas e aprovadas para uso seguro. A investigação continua para apurar a extensão das irregularidades encontradas na farmácia e identificar possíveis outras práticas irregulares.
Caminhão desgovernado invade e destrói casa em Mineiros
Um caminhão desgovernado invadiu e destruiu uma casa, em Mineiros, no Sudoeste goiano, nesta quarta-feira (27/11). Vídeo mostra o veículo, carregado com ração, atravessado em meio a destroços da residência. Duas pessoas ficaram feridas. Segundo o proprietário, o caminhão, que estava estacionado após uma manutenção, começou a se movimentar sozinho na ladeira de uma avenida. Ele atravessou um canteiro central, bateu em uma moto, em um carro estacionado e em duas residências. Caminhão desgovernado destruiu casa e deixou feridos Registro do Corpo de Bombeiros aponta que a primeira casa atingida teve varanda e parte da estrutura comprometidas. O caminhão desgovernado só perdeu força e parou quando atingiu e destruiu a segunda casa. Testemunhas afirmaram aos militares que uma criança estava na rua no momento do acidente e por pouco não foi atingida. Duas pessoas que estavam em uma das residências, uma mulher e uma criança, foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Filgueiras Júnior. Não há informações sobre o estado de saúde dos feridos. A empresa responsável pelo caminhão providenciou a remoção da carga e o guincho para retirar o veículo, que permaneceu no local até a conclusão do trabalho das equipes.
Leandro Vilela esteve em Brasília buscando recursos para Aparecida
O prefeito eleito de Aparecida, Leandro Vilela (MDB), visitou nesta quarta-feira (27) o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF), ambos em Brasília. Em relação ao NDB, o banco dos Brics (bloco econômico que reúne Brasil, China, Rússia, África do Sul), Vilela manifestou interesse em dar sequência a tratativa do programa de financiamento de obras de infraestrutura, educação e meio ambiente na ordem de 120 milhões de dólares. O financiamento foi aprovado pela Comissão de Financiamento Externo (Cofiex) da União em maio de 2021, foi aprovado pelo NDB e aguarda autorização da União para a assinatura do contrato. O prazo para assinar o contrato venceria agora em dezembro de 2025, mas graças a atuação conjunta da Comissão de Transição e a atual gestão municipal o prazo foi prorrogado até julho de 2025. Vilela e o vice-prefeito eleito João Campos foram recebidos pelo diretor geral do NDB no Brasil, Marcos Thadeu Abicalil. Vilela em visita ao CAF Já em reunião na CAF, Vilela também assegurou que dará andamento ao contrato. De 35 milhões de dólares ainda restam 12 milhões de dólares para execução de obras viárias, pontes e bueiros. “As obras são essenciais para melhorar a vida das pessoas. Por isso, estamos buscando informações para conquistar novos recursos”, sublinhou Vilela. O prefeito eleito de Aparecida também fez uma visita de cortesia ao secretário-executivo do Ministério das Relações Institucionais, Olavo Noleto, que foi secretário municipal durante a gestão de Gustavo Mendanha.
Ministério Público pede inelegibilidade de Caiado e cassação de Mabel
O Ministério Público Eleitoral (MPE) emitiu nesta quarta-feira (27) parecer desfavorável a uma ação contra o governador Ronaldo Caiado , o prefeito eleito de Goiânia Sandro Mabel , ambos do União Brasil e sua vice, tenente-coronel Cláudia Lira (Avante). A acusação envolve abuso de poder político e práticas vedadas, como uso do Palácio das Esmeraldas, utilizado em favor do candidato vitorioso durante as eleições de 2024. De acordo com a denúncia da coligação liderada pelo então candidato Fred Rodrigues (PL), derrotado no segundo turno das eleições, Caiado teria usado o Palácio das Esmeraldas para promover jantares políticos. Os encontros contaram com vereadores e teriam o objetivo de angariar apoio às candidaturas de Mabel e Cláudia, utilizando recursos públicos, como alimentos e serviços de servidores. O MPE concluiu que os eventos pode ter comprometido a igualdade de condições entre os candidatos e violaram a legislação eleitoral, que proíbe o uso de bens e serviços públicos em campanhas. O parecer aponta que as ações feriram princípios constitucionais de moralidade e impessoalidade, caracterizando abuso de poder político e condutas vedadas. Os autores da ação pedem a inelegibilidade dos envolvidos por oito anos, além da cassação dos registros ou diplomas. Nos autos do processo, a defesa sustenta que os eventos foram institucionais e não eleitorais. O caso segue para decisão da Justiça Eleitoral, que avaliará as penalidades. O espaço pode ser atualizado para as partes envolvidas se manifestarem.
Mulher é condenada por manter criança durante três anos em gaveta debaixo da cama
Uma mulher foi condenada no Reino Unido por manter sua filha escondida em uma gaveta debaixo da cama durante três anos. O caso aconteceu em Cheshire, onde a criança foi encontrada pouco antes de completar três anos, com sinais graves de negligência, incluindo deformidades, desnutrição e erupções cutâneas. Segundo o Tribunal da Coroa de Chester, a mulher conseguiu esconder a existência da criança de seus outros filhos e até mesmo de seu parceiro. A menina foi descoberta por acaso, quando o namorado da mulher ouviu um barulho e encontrou a criança em um quarto enquanto usava o banheiro. Após alertar familiares e os serviços sociais, a menina foi resgatada. No julgamento, o promotor revelou que a criança era alimentada de forma precária, com cereal misturado em água e administrado por seringa, e tinha idade de desenvolvimento equivalente a um bebê de 10 meses. Ela nunca havia saído de casa, não interagia com outras pessoas e passava longos períodos sozinha enquanto a mãe cuidava dos outros filhos ou trabalhava. Em depoimento, a mãe admitiu que a criança “não fazia parte da família” e justificou suas ações alegando medo do pai abusivo da menina e desconhecimento da gravidez. No entanto, o juiz Steven Everett considerou as explicações insuficientes. “Você privou aquela garotinha de amor, afeto, atenção adequada e cuidados médicos essenciais. As consequências físicas, psicológicas e sociais foram devastadoras. É impressionante que, apesar de tudo, ela esteja lentamente voltando à vida”, afirmou o juiz. A criança, atualmente sob os cuidados de uma família adotiva, não sabia nem mesmo seu próprio nome quando foi resgatada, de acordo com uma declaração emocionada apresentada no tribunal. Dois policiais chegaram a chorar ao ouvir o relato da cuidadora da menina. A mulher foi condenada por quatro acusações de crueldade infantil, incluindo negligência médica, abandono e subalimentação.
Secretário de Saúde de Goiânia, Wilson Pollara é preso em operação do MPGO
O secretário da Saúde da Prefeitura de Goiânia, Wilson Pollara, e outros dois gestores da pasta foram presos na manhã desta quarta-feira (27), durante a Operação Comorbidade. A prisão temporária se deu a partir de uma investigação que apura crimes de pagamento irregular em contratos administrativos e associação criminosa. Além de Pollara, foram presos Quesede Ayres Henrique que atua como secretário-executivo da pasta e Bruno Vianna, diretor financeiro da Secretaria Municipal de Saúde. Além das prisões de Wilson Pollara e dos outros gestores, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e determinada a suspensão das funções públicas dos três servidores. As ações foram realizadas na sede da Secretaria Municipal de Saúde, nas residências dos presos e de um empresário vinculado aos contratos investigados. Durante as buscas, os agentes encontraram R$ 20.085,00 em dinheiro na posse de um dos alvos. De acordo com o MPGO, Wilson Pollara e os outros investigados formaram uma associação criminosa que favorecia empresas por meio de pagamentos irregulares, desrespeitando a ordem cronológica de exigibilidade e causando prejuízos aos cofres públicos. O esquema impactou diretamente a gestão da saúde municipal, agravando a crise no setor. Recentemente, o caos refletiu na fila das UTIs com pessoas morrendo à espera de uma vaga. Um dos reflexos do esquema foi a interrupção de repasses financeiros para entidades do terceiro setor, como a Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas (Fundahc), responsável pela gestão de unidades hospitalares e maternidades em Goiânia. Com um passivo de R$ 121,8 milhões junto a fornecedores, a Fundahc enfrenta dificuldades para manter o funcionamento regular dos serviços. Por meio de nota, a Prefeitura de Goiânia destacou colaborar com as investigações e que tomará as medidas administrativas cabíveis a partir do desdobramento da apuração feita pelo Ministério Público de Goiás. O posicionamento pode ser lido na íntegra: A Prefeitura de Goiânia informa que está colaborando plenamente com as investigações conduzidas pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) no âmbito da Operação Comorbidade. A gestão municipal reitera seu compromisso com a transparência e com a lisura na administração pública, colocando-se à disposição para fornecer todas as informações e documentos necessários ao esclarecimento dos fatos. A Prefeitura reforça que tomará todas medidas administrativas cabíveis, conforme o desdobramento das apurações.
Prefeitura de Goiânia é investigada por suposta corrupção na saúde
Uma operação do Ministério Público de Goiás (MP) na Prefeitura de Goiânia mira suspeitos de corrupção na área da Saúde. Foram cumpridos três mandados de prisão temporária e outros oito de busca e apreensão. Um dos alvos, é o secretário de Saúde Wilson Pollara. A investigação revelou prejuízo de R$ 121,8 milhões para a administração pública e o descumprimento de repasses a entidades do terceiro setor. Um dos investigados foi flagrado com R$ 20.085,00 em espécie. Denominada Comorbidade, a ação tem como objetivo, segundo o MP, interromper pagamentos irregulares em contratos administrativos e investigar uma associação criminosa dentro da gestão da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia. O secretário-executivo da pasta, Quesede Ayres Henrique, e o diretor financeiro, Bruno Vianna Primo, foram presos, tiveram suas funções suspensas e foram afastados cautelarmente. Além disso, foram cumpridos mandados na sede da Secretaria, nas residências dos alvos e de um empresário que presta serviços à pasta. Os mandados foram expedidos pelo 1º Juízo de Garantias da Capital e executados com apoio da Polícia Militar. As investigações revelaram concessões indevidas em contratos da Secretaria, resultando em pagamentos que desrespeitaram a ordem cronológica de exigibilidade. Nota da prefeitura de Goiânia A Prefeitura de Goiânia se manifestou por meio de nota. Veja a íntegra: “A Prefeitura de Goiânia informa que está colaborando plenamente com as investigações conduzidas pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) no âmbito da Operação Comorbidade. A gestão municipal reitera seu compromisso com a transparência e com a lisura na administração pública, colocando-se à disposição para fornecer todas as informações e documentos necessários ao esclarecimento dos fatos. A Prefeitura reforça que tomará todas as medidas administrativas cabíveis, conforme o desdobramento das apurações”. Suposta corrupção na saúde gera impactos no atendimento à população, diz MP A investigação mostrou que os envolvidos não repassaram verbas públicas previstas em convênios a entidades do terceiro setor, como a Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas (Fundahc). Esse descumprimento resultou em um passivo de R$ 121,8 milhões junto a fornecedores, deixando a fundação sem condições de operar regularmente. Essa situação comprometeu a capacidade de funcionamento da Fundahc, afetando diretamente a prestação de serviços de saúde à população. A crise de gestão da rede pública de saúde em Goiânia é multifatorial e inclui desestruturação da assistência hospitalar, restrição no acesso a leitos de enfermaria e UTI, falta de insumos básicos, interrupção de serviços essenciais e deficiências graves em políticas públicas de assistência básica. Essa situação compromete direitos fundamentais, em especial o direito à saúde e à vida da população dependente do Sistema Único de Saúde (SUS). Apoio e estrutura da Operação A operação contou com a colaboração de 11 promotores de Justiça, servidores do MPGO, um delegado de polícia e 28 policiais militares. O GAEPP, criado em agosto de 2023, é uma unidade especializada em combater irregularidades na administração pública goiana, com poderes para instaurar procedimentos investigativos criminais e cíveis, acompanhar inquéritos e ajuizar ações. A operação também será detalhada em uma coletiva de imprensa, agendada para essa tarde na sede do MPGO. As defesas dos envolvidos não foram localizadas para falar sobre o assunto. O espaço segue aberto para manifestações.


